Assombra do passado, presente no futuro.

Acordar bom dia ressaca na cara, delirium tremens,

Caminho desconhecido a frente, estagnação atual

Sentir o que te faz mal a parte maior do boçal.

Sem ritmo sem dança sem musica sem bossa.

Quadro que se esboça e tempo que não transpira

não inspira somente expira, seria o D.N.A?

Respiração curta, pensamento mais ainda.

Dança dos malditos, dos proscritos, sem inscrição.

Entra na primeira e sucumbe sem cume, no vazio.

Não olho no espelho não tem nada la para ver.

Olho para mim e não me reconheço, recesso do ser.

Transformação no final, volto para a caverna,

arquiteto, comprometido com a solidão,

fica sem inspiração, poeta do caos,

Se coloco meu dedo na ferida, a foto kirlian,

Esta rompida corrompida partida,

Visão Etérica nem precisa esta estampado.

Trapo de imundice nem tanto mas próximo,

Estampo a tempos não escondo não tampo,

a tempos e tempos sem noção dele.

E sentindo a cada madrugada, sem nexo,

sem texto sem contexto sem comunicação,

sem nada, sem desejo sem mulher sem namorada,

quanto mais amada.

Mais de cem quem tem não tem amada.

Assombração que o diga  mas fica calada,

na calada da noite, eu grito e ele não sai,

somente a solidão entra,

– Com ela me deito.

Com ela me levanto,

na falta de graça,

não respiro tanto.

Rezo e quanto mas rezo a sombra da ação?

Até parece!!!!

 

 

 

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