Manuel: Bandeira é o que eles mais dão.

Acabei de chegar de Pasárgada os amigos do Rei estão indo todos em cana, tem uma mulher que não foi escolhida por mim e que faz uma nação rolar na cama perdendo o sono.

Eu aqui não sou feliz, lá tal como aqui a existência é uma aventura, de tal modo inconsequente que Joana a louca da Espanha, a Rainha falsa demente não chega perto da que se tem hoje, pior que se ter cunhado.

Para viver temos que fazer a maior ginástica, o transito caótico por causa das ciclovias, tem prefeito que é pior que burro brabo, mais complicado que subir em pau-de-selfie.

Tomar banho só de mar pois a água doce se finda, tem pessoas cansadas de morar perto do rio e ter agora um gramado dá até para deitar, o que era mãe-d’água hoje é madrasta-da seca, que de tão seca não tem saliva nem para contar historias que ouvia no tempo de menino o jardim secou a Rosa morreu.

Vou embora para “Pasárgada Argentina”.

Em Pasárgada tem tudo menos civilização, nem o STF é mais seguro, Fod…com tudo, as escutas telefônicas que o diga, os tablóides se deixam eram todos fechados, como diria o molequinho na internet: Tudo Puta…tudo puta.

Os partidos namoram com quem dá mais.( não falo de suas genitoras)

E não da para ficar mais triste, mais triste que isso não tem jeito, e o pior que um dos presidentes mais amados do Brasil deu um tiro no peito por muito menos, Um bilhete dizia: “Eu voos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história”

Aqui a pessoa entrara para a historia como a que fez com que muitos pais de família  tivessem dores no peito por tudo que o seu governo deixou de fazer e faz.

Vou embora para a Pasárgada  Argentina, essa mulher eu não escolhi e nunca a escolheria.

E o Rei esperemos que “Paságuarda ” do Japonês da Federal,  e o leve para Curitiba, ai eu fico no Brasil, e deito na cama com a mulher que eu escolhi.

Vou-me embora pra Pasárgada

Lá sou amigo do rei

Lá tenho a mulher que eu quero

Na cama que escolherei ( Manuel Bandeira)

 

 

 

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