Remendos do ser.

Quando se olha ao lado e se vê de lado,
quando consegue se enxergar, e quando não se vê?
E quando não se conhece mais, quando pensava que sabia,
quando acontece, é punk. Quando termina não se sabe.
De quando em quando? De tempos em tempos.
Em que tempo em que ocasião?
A muito tempo, existe ainda, emoção?
Solidão, coração sofreguidão.
Rimas no vazio, salto no vazio.
até quando, sera um segundo?
Queda livre, é liberdade e o coração vai a milhão.
Não gosto de alturas, tenho medo do tombo,
Sei do que falo, a dor maior, é o vazio.
Diálogos, que a dias falo com meu falo.
E como falo, comigo mesmo,
Falo com dureza comigo mesmo,
-Não fique cabisbaixo resmungo.
Não existe remédio, cirurgia tão pouco,
Não importa o desfiladeiro, e sim a atitude.
A altitude que aponta a latitude,e você, não se conhece,
somente se vê ao lado, de quem?
Quem és tu, eu me pergunto.
falo forte, falo ereto…
Falo, falo, falo…ao léu.
Remendos sobrepostos de um ser, acabado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *